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O que é o cancro da próstata?

O cancro da próstata é uma doença que afeta a glândula prostática, na qual ocorre alteração no genoma das suas células, que não morrem quando envelhecem ou se danificam, evoluindo de forma descontrolada.

Em Portugal, o cancro da próstata é um dos mais frequentes no homem, registando-se aproximadamente 4 mil novos casos por ano. Estima-se que 1 em cada 6 homens terá o diagnóstico de cancro da próstata ao longo da sua vida, mas apenas 1 em cada 35 virá a falecer devido a esta doença.

Quais são os fatores de risco?

Os principais fatores que aumentam o risco de desenvolver cancro da próstata são:

  • a raça,
  • a idade,
  • os antecedentes familiares
  • a obesidade.

Os homens de raça negra têm maior probabilidade de desenvolver cancro da próstata e de apresentar a forma mais agressiva da doença.

O risco de cancro da próstata aumenta com a idade, sendo que a maioria dos casos se verifica em homens com idade superior a 65 anos.

Verifica-se um risco 2 a 5 vezes superior nos homens com um familiar em 1º grau atingido pela doença. Assim, a incidência de cancro da próstata numa dada família pode ser causada pelo ambiente partilhado, genética ou ambos.

A obesidade é um fator de risco para o desenvolvimento de cancro da próstata de crescimento rápido.

Quais são os sinais e sintomas do cancro da próstata?

Os sinais e sintomas mais frequentes do cancro da próstata e para os quais os homens deverão estar alerta são:

  • a incapacidade de urinar ou dificuldade em iniciar e/ou parar o fluxo de urina
  • fluxo de urina fraco ou intermitente
  • necessidade frequente de urinar, principalmente à noite
  • dor ou ardor durante a micção
  • desconforto ou dor pélvica
  • presença de sangue na urina ou no sémen
  • disfunção eréctil e ejaculação dolorosa.

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Como se faz o diagnóstico?

O diagnóstico de cancro da próstata é estabelecido com base na realização do exame físico prostático/toque retal, na determinação periódica do valor do PSA (Antigénio Específico da Próstata) e na execução de biópsia prostática. A evolução tecnológica no diagnóstico desta patologia permitiu o desenvolvimento da ressonância magnética prostática que tem capacidade para avaliar as características anatómicas desta glândula e o seu comportamento molecular.

O toque retal permite avaliar se a próstata apresenta tamanho normal ou se tem dimensões aumentadas, se a sua consistência é mole ou granulosa e se o toque provoca dor. Caso esteja aumentada em tamanho, com irregularidades e dura, está indicada a realização de um controlo analítico com PSA, para possível referenciação para uma biópsia prostática.

Quanto maior for a próstata, mais PSA pode produzir. Próstatas aumentadas podem resultar da presença de cancro, hipertrofia benigna da próstata ou prostatite.

A biópsia prostática transretal guiada por ecografia permite efetuar o diagnóstico definitivo de cancro da próstata.

Quais são as opções terapêuticas?

Existem as seguintes alternativas terapêuticas do cancro da próstata: cirurgia (prostatectomia radical com linfadenectomia), radioterapia, hormonoterapia e quimioterapia. O tratamento mais adequado deverá ser estabelecido pelo médico, tendo em conta o tipo de tumor, o estádio da doença e a idade do doente. Se estádio I e II o tratamento poderá incluir cirurgia ou radioterapia; se estádio III o tratamento poderá ser cirurgia ou radioterapia e, eventualmente, terapêutica sistémica hormonal (hormonoterapia); se estádio IV as opções de tratamento podem incluir hormonoterapia, sempre que haja evidência de doença não abordável por cirurgia ou radioterapia, e ainda quimioterapia.

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Como se previne o cancro da próstata?

Como em todas as doenças oncológicas, existem alguns fatores que podem ser considerados como tendo uma ação preventiva. O estilo de vida e a dieta parecem ter, de algum modo, uma influência preventiva. Uma alimentação rica em antioxidantes, vitaminas A, D, E e selénio, que podem ser encontrados na dieta mediterrânica, podem ter algum papel protetor do cancro da próstata. O diagnóstico precoce é fundamental, à semelhança de todos os tumores, pois aumenta a possibilidade de sucesso da terapêutica.

 

Dr.ª Fátima Monteiro

Médica Interna em Medicina Geral e Familiar

UCSP Torre de Moncorvo

Unidade Local de Saúde do Nordeste

Este artigo foi inicialmente publicado aqui em Olho Clínico, Jornal Nordeste

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