Estudo revela quem sofre mais com a infidelidade sexual

Um estudo que envolveu mais de 60 mil americanos concluiu que os homens sofrem mais com a infedilidade sexual, enquanto as mulheres sofrem mais com a infidelidade emocional.

Num estudo levado a cabo pela Chapman University, Califórnia, EUA, mais de 60 mil americanos foram questionados sobre infidelidade sexual e emocional e as conclusões são claras: os homens sofrem mais que as mulheres.

O estudo analisou as reações das mulheres e dos homens aos ciúmes e estas revelaram-se bastante distintas.

Os participantes do estudo foram convidados a imaginar o seu parceiro/parceira a ter relações sexuais com outra pessoa (mas sem se apaixonar) ou imaginar o seu parceiro/parceira a apaixonar-se por outra pessoa (mas sem ter relações sexuais com ela). Concluiu-se que os homens heterossexuais ficavam mais incomodados com a infidelidade sexual que as mulheres heterossexuais.

“Os homens heterossexuais destacam-se de todos os outros grupos: eram os únicos com maior propensão para ficarem perturbados no caso de sofrerem infidelidade sexual,” disse David Frederick, autor do estudo.

Mas e em Portugal? Os homens também sofrem mais?

Anabela Santos, gestora do site de encontros Secondlove.pt e conhecedora da realidade portuguesa, acha que não: “Já fizemos vários estudos com os utilizadores do nosso site, homens e mulheres portugueses que traíram os seus parceiros ou andam à procura de um affair, e concluímos que muitas vezes as mulheres ficam-se pela traição online ou traição emocional que não é sexualmente concretizada, enquanto os homens já revelaram que gostariam de ter várias amantes mesmo estando casados ou tendo uma companheira fixa. Acho que eles gostam da ideia de conquistar mulheres ao longo da vida para se sentirem masculinos. Embora, na realidade também haja mulheres a trair sexualmente em Portugal.”

Uma justificação possível que se encontrou para os homens serem mais afetados pela infidelidade sexual é a incerteza da paternidade, um problema que as mulheres não enfrentam. Outra explicação para este fenómeno será a construção social de que os homens têm de ser “masculinos” – o ser traído ameaça a sua masculinidade.

Fonte: Visão

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